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quarta-feira, 20 de março de 2013

"Quando minha alma está ferida pelas mazelas da vida,é na minha tapera de caboclo que busco refúgio e me refaço....Piso descalço no barro,ouço a orquestra da natureza,pesco estrelas....Esse pedacinho de chão,verde e florido é extensão de meu corpo e minha alma.Não sei ser pela metade...A solidão me assusta,pois me coloca frente a frente comigo mesmo.E me fortalece,pois me desfaço das máscaras....Quando saio para a multidão,saio como sou...Não quero mais,ser nada além de mim mesmo".

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